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D'entre os mortos surgirao Zuilos novos;
Seguira a inveja o merito qual sombra
Provando da substancia a realidade.

Genio invejádo, he sol quando s'eclipsa;
O corpo que se opõe mostra quao pouco
A sua propria forma, iguala estoutra.
Quando esse sol potente os raios darda,
Vapôr atrahe, que os raios obscurece
Porem nuvens, o seu caminho adornaõ
Reflectem nova gloria, a luz se augmenta.

Favorecei o merito depressa,
Sede oprimeiro, pouco vale o aplauso
Quando he forçado pella voz de todos.
E justiça sómente, o exige cedo:

Pois tem curto durar, modernas rimas.

Ay de nos! ja fugio a idade d'oiro.

Entao, dos Patriarcas o talento

Mil annos gloriosos excedia.

Da fama, que he segunda vida nossa

O comprimento he nullo; douze lustros

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Our sons their fathers' failing language see,
And such as Chaucer is, sball Dryden be.
So when the faithful pencil has design'd

Some bright idea of the master's mind,
Where a new world leaps out at his command,
And ready Nature waits upon his hand;
When the ripe colours soften and unite,

And sweetly melt into just shade and light;
When mellowing years their full perfection give,
And each bold figure just begins to live,
The treach'rous colours the fair art betray,
And all the bright creation fades away!

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Unhappy wit, like most mistaken things, Atones not for that envy which it brings. In youth alone its empty praise we boast, But soon the short-liv'd vanity is lost;

Like some fair flow'r the early spring supplies,

That gaily blooms, but ev'n in blooming dies.

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He quando muito, o que ostentar podemos.
Nossos filhos, dos pais notao as faltas
Da lingua decadente; qual foi Chaucer
Será Driden, eos vates, que hoje escrevem.

Assim, quando o fiel pincel exprime,
D'alma de mestre, huma brilhante idea,
De ressalta hum novo mundo, e surge
que

Quando elle ordena, prompta a natureza.
Ladonde as cores brandas bem unidas
Se fundem propriamente em luz e sombra,
E que os annos maduros a completao,
Que a figura a vivêr começa ouzada,
Traidoras cores a bella arte offendem
E a producçaõ brilhante murcha e morre.

Como outras coizas vaans, triste juizo!
Tu nao pagas, a inveja que te segue;
Quando moços, teus premios vaos nos tentao
Mas a breve vaidade cedo acaba,
Como a flor bella, que florece em máyo

E florecendo mesmo, em pompa morre.

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What is this wit which must our cares employ? 500
The owner's wife that other men enjoy;

Then most our trouble still when most admir'd,
And still the more we give, the more requir❜d;
Whose fame with pains we gain, but lose with ease,
Sure some to vex, but never all to please;
"Tis what the vicious fear, the virtuous shun;
By fools 'tis hated, and by knaves undone !

If wit so much from ign'rance undergo,
Ah let not learning too commence its foe!

Of old, those met rewards who could excel, 510
And such were prais'd who but endeavour'd well:
Tho' triumphs were to gen'rals only due,
Crowns were reserv'd to grace the soldiers too.
Now, they who reach Parnassus' lofty crown
Employ their pains to spurn some others down; 515
And while self-love each jealous writer rules,
Contending wits become the sport of fools;

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Que hes pois juizo, que taõ caro custas?

Hes origem de pêna ao proprietario

E somente de ti herdeiros gozao.

Mais nos perturbas, quanto mais te admirao

Tua fama se alcança com trabalho,

E facilmente a perde quem a alcança.

Dom, que a poucos agrada, e amuitos cança;
Que o vicio teme, e que a virtude evita,
O estupido aborrece, e que o mau, pérde.

Se os de juizo aos nescios tanto aturaõ
Naõ venhaõ naõ os sabios perseguilos.

Dos antigos só premios conseguiao
Os d'excelencia grande; bem que louvem
Outros, que só tentáraõ conseguila,

Se aos generais se devem os triumphos
Croas houve tao bem
para os soldados.
Hoje, os que ganhao, o alto do Parnaso

Trabalhaõ em fazer cahir os outros,

E em quanto a prezumpçaõ conduz a penna

De hum invejoso author, estas disputas

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